Tanto tempo sem escrever aqui né?! Quase um mês...
mas to sem animo pra tudoo...
Acho que ainda to viva por falta de ânimo de tirar minha vida.
To muito confusa e triste também, e com medo... to com muito medo.
Queria tanto mudar tudo o que tá acontecendo, queria não
chorar mais por tristeza ou agonia, queria ter controle total da minha vida,
do meu coração... poder fazer ou não acontecer isso ou aquilo.
Tá tudo muito difícil e não sei se vou dar conta... tal vez não esteja
difícil, eu que sou uma inútil mesmo.
Só me resta implorar pro tempo curar tudo isso e acabar com tanta dor...
sábado, 30 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Mais uma vez a dor me acomete. A noite solitária, triste, fria... Será que isso nunca vai ter fim? Não sei onde buscar forças, não mais... Parece que quanto mais nado, mas longe da praia fico, e se paro afundo.
Justo quando mais preciso... quando mais preciso daquele abraço, de um colo, do bom dia caloroso, do olhar confiante, do sorriso amigo, tudo esvaece, some no ar.
Onde está meu erro? O erro que me foge aos olhos e faz a dor voltar? O que me faz ficar só nos momentos que mais preciso de companhia? O erro que cometo sem notar...
Mais uma noite fria em que lágrimas mancham meu rosto, em que suspiros pesarosos fazem-se ouvir, mais uma noite que vai acabar com a caneca cheia de leite morno, as lágrimas saltando aos olhos, um grande moleton laranja e o macio edredon pink a tentar afastar o gelo, na mente os últimos dias em que tudo estava bem...
Justo quando mais preciso... quando mais preciso daquele abraço, de um colo, do bom dia caloroso, do olhar confiante, do sorriso amigo, tudo esvaece, some no ar.
Onde está meu erro? O erro que me foge aos olhos e faz a dor voltar? O que me faz ficar só nos momentos que mais preciso de companhia? O erro que cometo sem notar...
Mais uma noite fria em que lágrimas mancham meu rosto, em que suspiros pesarosos fazem-se ouvir, mais uma noite que vai acabar com a caneca cheia de leite morno, as lágrimas saltando aos olhos, um grande moleton laranja e o macio edredon pink a tentar afastar o gelo, na mente os últimos dias em que tudo estava bem...
domingo, 26 de abril de 2009
Já é noite e eu ainda ando sem rumo, nada está real, pessoas indiferentes, parecem almas a vagar, pareço alma a chorar. A chuva começa a cair, vejo algumas garotas correrem, um garoto dá seu moleton e um beijo à namorada, uma criança na janela. Continuo a andar sentindo a chuva gelada em meu corpo. Enquanto percorro a calçada chuto algumas pedrinhas, estou por passar aquele portão..., passo.
Não pensei que seria tão difícil. "Enquanto eu falava ele permanecia mudo, passou a mão pelos cabelos sete vezes - sim, eu contei - ; fitou o chão quase o tempo todo, não conseguia olhar para mim, não naquele momento... eu também não me atrevia a olhar seu rosto, fitava meus pés e falava torrencialmente. Senti a respiração dele pesada. Calei-me. Fiquei alí, imóvel por alguns segundos. Só havia silêncio. Criei coragem e o olhei. Seus olhos... Olhos castanhos que sempre me facinaram fitavam meu rosto onde havia uma expressão dura. Um arrepio me tomou. Eu via alí súplica, medo, decepção e o que eu mais temia... amor. Eu não aguentava mais, dei-lhe as costas e saí para onde meus pés me levassem, deixei-o alí parado, sozinho e fugi." Fugi para onde meus pés me levavam.
Estava andando havia algumas horas e agora eu sabia para onde estava fugindo. Paro. Há alguém alí. Tenho que voltar mas meu corpo não responde, está escuro e eu pouco enxergo. A silhueta se aproxima e eu continuo parada, estática, sem mexer um único músculo.
O único som, além do som da chuva, é o farfalhar das folhas a cada passo dado por aquela pessoa. Silêncio...
-Você demorou... cheguei a pensar que não viria...
Não posso chorar!
Lágimas caem, arrependimento...
-Me perdoa...?
Ele se aproxima, me envolve em um abraço quente, alívio. Choro incontrolavelmente.
Deixo a condição de alma e volto a ser garota, a garota que esteve por cometer o pior erro de sua vida...
Não pensei que seria tão difícil. "Enquanto eu falava ele permanecia mudo, passou a mão pelos cabelos sete vezes - sim, eu contei - ; fitou o chão quase o tempo todo, não conseguia olhar para mim, não naquele momento... eu também não me atrevia a olhar seu rosto, fitava meus pés e falava torrencialmente. Senti a respiração dele pesada. Calei-me. Fiquei alí, imóvel por alguns segundos. Só havia silêncio. Criei coragem e o olhei. Seus olhos... Olhos castanhos que sempre me facinaram fitavam meu rosto onde havia uma expressão dura. Um arrepio me tomou. Eu via alí súplica, medo, decepção e o que eu mais temia... amor. Eu não aguentava mais, dei-lhe as costas e saí para onde meus pés me levassem, deixei-o alí parado, sozinho e fugi." Fugi para onde meus pés me levavam.
Estava andando havia algumas horas e agora eu sabia para onde estava fugindo. Paro. Há alguém alí. Tenho que voltar mas meu corpo não responde, está escuro e eu pouco enxergo. A silhueta se aproxima e eu continuo parada, estática, sem mexer um único músculo.
O único som, além do som da chuva, é o farfalhar das folhas a cada passo dado por aquela pessoa. Silêncio...
-Você demorou... cheguei a pensar que não viria...
Não posso chorar!
Lágimas caem, arrependimento...
-Me perdoa...?
Ele se aproxima, me envolve em um abraço quente, alívio. Choro incontrolavelmente.
Deixo a condição de alma e volto a ser garota, a garota que esteve por cometer o pior erro de sua vida...
Tenham um bom dia!
=)
sábado, 4 de abril de 2009
Passei muitos dias sem postar aqui, a vida tá muito corrida, não estou tendo tempo pra nada! Sem contar o quanto eu estou confusa e amedrontada. O ano tá passando rápido e o medo de nada dar certo outra vez tá crescendo...
Saudades de quando eu tinha 5 anos e a minha maior preocupação era as roupinhas das minhas bonecas, de quanto eu tinha 8 e tinha que ser a melhor da turma porque minha mãe era minha professora, das tardes dos meus 12 anos que ia dar voltinha de bicicleta com alguns amigos e minha mãe descobriu que estavamos andando lá na rodovia e me deixou de castigo, e de pular muros com minha amiga e alguns amigos dela e depois subir em um pé de jabuticaba e ficar conversando, sinto falta até das brigas bobas dos 14....
Tudo isso parece que foi ontem, e o hoje pra mim não seria assim.
Saudades de um tempo que não volta mais...
Saudades de quando eu tinha 5 anos e a minha maior preocupação era as roupinhas das minhas bonecas, de quanto eu tinha 8 e tinha que ser a melhor da turma porque minha mãe era minha professora, das tardes dos meus 12 anos que ia dar voltinha de bicicleta com alguns amigos e minha mãe descobriu que estavamos andando lá na rodovia e me deixou de castigo, e de pular muros com minha amiga e alguns amigos dela e depois subir em um pé de jabuticaba e ficar conversando, sinto falta até das brigas bobas dos 14....
Tudo isso parece que foi ontem, e o hoje pra mim não seria assim.
Saudades de um tempo que não volta mais...
sexta-feira, 20 de março de 2009
Muitas das coisas que estão acontecendo agora comigo são meio que uma consequência de algum ato passado, de algo que fiz ou deixei de fazer, falei ou não. Mas nem sempre pensamos em nossa vida hoje como consequência do que ela foi ontem, e não pensamos também que amanhã será consequência de hoje. Pelo menos não tanto quanto deveríamos pensar, e isso não sou só eu quem faz.
Mas tenho que reconhecer, sou inconsequênte diversas vezes... Ajo por impulso em várias situações e depois do fato consumado é que penso nos futuros pejuizos que aquilo pode, e provavelmente vai, me causar.
É sou um tanto quanto infantil diversas vezes e me desespera ver isso em mim ainda, daqui alguns meses serei uma criança com 18 anos e não gosto dessa idéia, embora muitos digam que seria melhor a vida se vivessemos como eternas crianças.
O que é melhor pra mim eu não sei, sei que vou dar o melhor de mim para que em um futuro próximo, ou distante mesmo, eu pense: Fiz a coisa certa!
Tenham um bom dia!
Mas tenho que reconhecer, sou inconsequênte diversas vezes... Ajo por impulso em várias situações e depois do fato consumado é que penso nos futuros pejuizos que aquilo pode, e provavelmente vai, me causar.
É sou um tanto quanto infantil diversas vezes e me desespera ver isso em mim ainda, daqui alguns meses serei uma criança com 18 anos e não gosto dessa idéia, embora muitos digam que seria melhor a vida se vivessemos como eternas crianças.
O que é melhor pra mim eu não sei, sei que vou dar o melhor de mim para que em um futuro próximo, ou distante mesmo, eu pense: Fiz a coisa certa!
Tenham um bom dia!
Texto baseado em um comentário...
Acho que está aqui sua resposta
terça-feira, 17 de março de 2009
Lembro do passado, como era simples e como eu complicava tudo.
Mais uma vez eu não sei o que fazer e penso se daqui alguns anos lembrarei dessa situação e pensarei "como era simples e eu complicava tudo".
É fácil encontrar soluções sensatas e agradáveis para algo que já passou e a decisão já foi tomada. Mas já passou, não há mais o que fazer além de arcar com as consequências de tais atos.
E hoje?! Hoje só eu vivo em minha história? Vivo uma ilusão?
Eu não tenho resposta para isso e essa ignorância me assusta, me apavora, me deixa sem ação diante de um possível avalanche de verdades. Mas não vou erguer minha muralha e sair a "la fancesa", vou ficar e ver o que virá. Cansei de fugir de mim mesma, é hora de mudar.
Mais uma vez eu não sei o que fazer e penso se daqui alguns anos lembrarei dessa situação e pensarei "como era simples e eu complicava tudo".
É fácil encontrar soluções sensatas e agradáveis para algo que já passou e a decisão já foi tomada. Mas já passou, não há mais o que fazer além de arcar com as consequências de tais atos.
E hoje?! Hoje só eu vivo em minha história? Vivo uma ilusão?
Eu não tenho resposta para isso e essa ignorância me assusta, me apavora, me deixa sem ação diante de um possível avalanche de verdades. Mas não vou erguer minha muralha e sair a "la fancesa", vou ficar e ver o que virá. Cansei de fugir de mim mesma, é hora de mudar.
domingo, 15 de março de 2009
Ai to sem cabeça pra postar aqui... muito confusa com tudo,
to sem saber o que fazer ou não, o que é certo ou errado,
ou se há certo ou errado nessa história...
Já me falaram na "minha decepção" futura e sei lá mais
o que. Eu tenho idéia do que me espera e não tenho medo
do futuro que quero pra mim... sei que não vai ser fácil
se eu conseguir guiar meus passos até onde quero chegar,
mas nada é fácil na vida... Me decepciono sim! Me decepciono
por terem medo por mim, por desistirem por mim, por não
me deixarem lutar pelo que quero e tal vez "dar com os burros
n'água"...
Até..
Beijos a todos!
to sem saber o que fazer ou não, o que é certo ou errado,
ou se há certo ou errado nessa história...
Já me falaram na "minha decepção" futura e sei lá mais
o que. Eu tenho idéia do que me espera e não tenho medo
do futuro que quero pra mim... sei que não vai ser fácil
se eu conseguir guiar meus passos até onde quero chegar,
mas nada é fácil na vida... Me decepciono sim! Me decepciono
por terem medo por mim, por desistirem por mim, por não
me deixarem lutar pelo que quero e tal vez "dar com os burros
n'água"...
Até..
Beijos a todos!
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