sábado, 26 de setembro de 2009

Como Viver Eternamente [Sally Nicholls]

Este é meu livro, iniciado em 7 de janeiro
e terminado em 12 de abril. É uma coltânea
de listas, histórias, fotos, perguntas

e fatos.
É também a minha história.















LISTA Nº1 - CINCO FATOS A MEU RESPEITO



1. Meu nome é Sam.
2. Tenho onze anos.
3. Coleciono histórias e fatos fantásticos.
4. Tenho leucemia.


5. Quando estiver lendo isso,

provavelmente já estarei morto















UM LIVRO SOBRE NÓS

7 de janeiro


Hoje foi nosso primeiro dia de volta às aulas depois dos feriados de Natal.
Temos aulas três dias por semana - às segundas, às quartas e às sextas - na sala de estar. Há apenas dois alunos - eu e Felix. Felix não quer saber de nada.
- Qual é a vantagem de se estar doente, se temos de estudar matemática? - disse ele na pimeira vez qeu veio para a aula em minha casa. A Sra. Willis, nossa professora, não discutiu. Ela não fica brava quando Felix não faz nada. Ela o deixa ficar sentado, inclinado em sua cadeira, dizendo o que tem de errado com oo que for que eu estiver fazendo.
- Não é assim que escreve amônio! A gente nunca escreveu amônio assim na minha escola!
- Tem um planeta chamado Hércules, não tem, Sra. Willis?
- Para que você está fazendo isso?
Felix só vem à aula para me ver e dar um tempo para a mãe dele.
Atualmente, a Sra. Willis procura inventar alguma coisa para aguçar o interesse dele. Sabe como é, coisas como: construir vulcões com erupções de verdade, cozinhar comida da época romana, fazer fogo com uma lupa.
Só que minha mãe não gostou nada dessaa idéia, porque sem querer fizemos, com o fogo, um buraco na mesa de jantar.
Quer dizer, meio que sem querer querendo.
Hoje, porém, a Sra. Willis disse:
- Por que vocês não escrevem alguma coisa?
Nós dois reclamamos, porque queriamos mesmo era mais incêndios ou, quem sabe, até uma explosão.
A Sra. Willis disse:
- Ah, por que não? Vai ser legal. Achei que fossem gostar de escrever alguma coisa a respeito de vocês mesmos. Sei que gostam de ler.
Felix olhou para ela. Estava brincando com dois dos orcs do meu Warhammer, puxando-os para frente, um enfrentando o outro, e fazndo "Rrumm!" com a boca fexada.
- Só porque não tem mais nada para a gente fazer no hospital - disse ele.
Eu e Felix somos craques em ficar em hospitais. Foi onde nos conhecemos no ano passado.
Eu não via com ler tinha a ver com escrever sobre mim. Por isso disse:
- Só tem livros sobre crianças que salvam o mundo ou são molestadas nas escolas. Ninguém vai escrever sobre nós.
- Talvez você, não - disse Felix. Ele pôs a mão na testa e afundou na cadeira. - A trágica história de Sam McQueen. Um garoto pobre e fraco! Enfrentando corajosamente um sofrimento terrível e hospitais sem televisão!
Fiz um barulho de vômito. Felix esticou a mão - a que não estava na sua testa - para mim.
- Adeus... adeus, caros amigos - disse ele e jogou-se na cadeira, fazendo barulho como se engasgasse.
A Sra. Willis disse:
- Aqui na mesa você não pode morrer, Felix.
Dava pra sentir que ela não estava falando sério ou brigando. Ela disse:
- Gostaria muito que vocês tentassem. Contem alguma coisa sobre vocês. Não é que precisem escrever um livro inteiro antes do almoço.
Então foi assim que começamos. Quer dizer, eu comecei. Felix não está fazendo de verdade. Ele escreveu "Meu nome é Felix Stranger e" e aí parou. A Sra. Willis não o está mais forçando a escrever. Mas eu já estou na terceira página.
Também a aula está quase terminando. Está tudo muito quieto. A Sra. Willis finge que está corrigindo, mas está mesmo é lendo 70 Coisas que se Podem Fazer com Fogo por baixo da mesa Felix está empurrando meus orcs para um ataque surpresa em um vaso de planta. Columbus, o gato, fica observando com seus olhos amarelos.
Na cozinha, ao lado, mamãe está mexendo a sopa, que é o almoço. Papai está em Middlesbrough, trabalhando como advogado. Minha irmã, Bella, está na escola. Uma escola de verdade. A escola primária de Thomas Street.
A qualquer momento a campainha vai tocar... tocou! A mãe do Felix chegou. A aula acabou.

Gente esse é o primeiro capítulo do livro, é realmente emocionante, se tiverem a oportunidade de lê-lo, leiam!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Foi uma noite mal dormida, ou melhor, não dormida! Angustiado, o que deveria fazer? Saiu cedo da cama, não tinha porque ficar alí mais, e enquanto preparava seu café pensava em tudo que estava acontecendo:

 
Eu sei que vou machucar alguém... Mas quem? Ela é carinhosa comigo, sempre preocupada... eu não posso fazer isso com ela. Mas a outra pode tá grávida de mim, eu não posso deixar ela sozinha nessa situação. A vida as vezes é tão injusta. Por que logo ela?
Realmente, a vida as vezes é muito injusta, ou apenas nos ensina do modo mais difícil quando as tentativas de ensinar pelo fácil falharam.

Uma decisão difícil, mas que teve que ser tomada, um dia ele e ela vão se conformar e quem sabe esse não seja só o começo de uma história em que o final seja menos triste?





Mais um post de uma "tragédia" na vida de alguém o.O
por favor não briguem comigo (nem sei qm, pq ngm lê isso o.O) enfim vou tentar arrumar textos mais criativos pra por aqui.

Beijoooos, e quem ler comenta vaaai! xD Brigada *-*

sábado, 5 de setembro de 2009

Fase novaa

Geente vou parar de postar coisas medíocres e depressívas aqui...
amanha procuro algo legal pra postar!


como se alguém fosse ler isso
mas td bem

hushaush


beijos
boa noite

sábado, 30 de maio de 2009

Tanto tempo sem escrever aqui né?! Quase um mês...
mas to sem animo pra tudoo...
Acho que ainda to viva por falta de ânimo de tirar minha vida.
To muito confusa e triste também, e com medo... to com muito medo.
Queria tanto mudar tudo o que tá acontecendo, queria não
chorar mais por tristeza ou agonia, queria ter controle total da minha vida,
do meu coração... poder fazer ou não acontecer isso ou aquilo.
Tá tudo muito difícil e não sei se vou dar conta... tal vez não esteja
difícil, eu que sou uma inútil mesmo.
Só me resta implorar pro tempo curar tudo isso e acabar com tanta dor...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mais uma vez a dor me acomete. A noite solitária, triste, fria... Será que isso nunca vai ter fim? Não sei onde buscar forças, não mais... Parece que quanto mais nado, mas longe da praia fico, e se paro afundo.
Justo quando mais preciso... quando mais preciso daquele abraço, de um colo, do bom dia caloroso, do olhar confiante, do sorriso amigo, tudo esvaece, some no ar.
Onde está meu erro? O erro que me foge aos olhos e faz a dor voltar? O que me faz ficar só nos momentos que mais preciso de companhia? O erro que cometo sem notar...
Mais uma noite fria em que lágrimas mancham meu rosto, em que suspiros pesarosos fazem-se ouvir, mais uma noite que vai acabar com a caneca cheia de leite morno, as lágrimas saltando aos olhos, um grande moleton laranja e o macio edredon pink a tentar afastar o gelo, na mente os últimos dias em que tudo estava bem...

domingo, 26 de abril de 2009

Já é noite e eu ainda ando sem rumo, nada está real, pessoas indiferentes, parecem almas a vagar, pareço alma a chorar. A chuva começa a cair, vejo algumas garotas correrem, um garoto dá seu moleton e um beijo à namorada, uma criança na janela. Continuo a andar sentindo a chuva gelada em meu corpo. Enquanto percorro a calçada chuto algumas pedrinhas, estou por passar aquele portão..., passo.
Não pensei que seria tão difícil. "Enquanto eu falava ele permanecia mudo, passou a mão pelos cabelos sete vezes - sim, eu contei - ; fitou o chão quase o tempo todo, não conseguia olhar para mim, não naquele momento... eu também não me atrevia a olhar seu rosto, fitava meus pés e falava torrencialmente. Senti a respiração dele pesada. Calei-me. Fiquei alí, imóvel por alguns segundos. Só havia silêncio. Criei coragem e o olhei. Seus olhos... Olhos castanhos que sempre me facinaram fitavam meu rosto onde havia uma expressão dura. Um arrepio me tomou. Eu via alí súplica, medo, decepção e o que eu mais temia... amor. Eu não aguentava mais, dei-lhe as costas e saí para onde meus pés me levassem, deixei-o alí parado, sozinho e fugi." Fugi para onde meus pés me levavam.
Estava andando havia algumas horas e agora eu sabia para onde estava fugindo. Paro. Há alguém alí. Tenho que voltar mas meu corpo não responde, está escuro e eu pouco enxergo. A silhueta se aproxima e eu continuo parada, estática, sem mexer um único músculo.
O único som, além do som da chuva, é o farfalhar das folhas a cada passo dado por aquela pessoa. Silêncio...
-Você demorou... cheguei a pensar que não viria...
Não posso chorar!
Lágimas caem, arrependimento...
-Me perdoa...?
Ele se aproxima, me envolve em um abraço quente, alívio. Choro incontrolavelmente.
Deixo a condição de alma e volto a ser garota, a garota que esteve por cometer o pior erro de sua vida...







Tenham um bom dia!
=)

sábado, 4 de abril de 2009

Passei muitos dias sem postar aqui, a vida tá muito corrida, não estou tendo tempo pra nada! Sem contar o quanto eu estou confusa e amedrontada. O ano tá passando rápido e o medo de nada dar certo outra vez tá crescendo...
Saudades de quando eu tinha 5 anos e a minha maior preocupação era as roupinhas das minhas bonecas, de quanto eu tinha 8 e tinha que ser a melhor da turma porque minha mãe era minha professora, das tardes dos meus 12 anos que ia dar voltinha de bicicleta com alguns amigos e minha mãe descobriu que estavamos andando lá na rodovia e me deixou de castigo, e de pular muros com minha amiga e alguns amigos dela e depois subir em um pé de jabuticaba e ficar conversando, sinto falta até das brigas bobas dos 14....
Tudo isso parece que foi ontem, e o hoje pra mim não seria assim.
Saudades de um tempo que não volta mais...